Ejaculação Feminina

Psicólogos, anatomistas e médicos da cultura ocidental e oriental descreveram conceitos intelectuais da ejaculação feminina durante o orgasmo. Na Ásia antiga, a ejaculação feminina era bem conhecida e mencionada em vários textos taoístas do início do séc. IV. O conceito dos chineses antigos relativamente à ejaculação feminina como independente da reprodução foi apoiado pelos escritos indianos.

Mencionada num poema do século VII, a ejaculação feminina e o ponto G são descritos em detalhes na maioria dos trabalhos de Kãmasutra. No mundo ocidental, a ejaculação feminina é mencionada nos escritos, por volta de 300. a.C., por Aristóteles, e no séc. II por Galen. Reinier de Graaf, no séc. XVI, foi o autor da primeira descrição cientifica da ejaculação feminina e o primeiro a referir as glândulas parauretrais como a próstata feminina.

Este conceito foi adotado por outros cientistas durante os séculos que se seguiram, até 1952 d.C., quando Ernst Gräfenberg escreveu “O papel da uretra no orgasmo feminino”. As investigações atuais fornecem-nos uma visão fidedigna da anatomia interna da próstata feminina e descrevem a ejaculação como uma das suas funções.

Existem provas credíveis em diferentes culturas de que a ejaculação e a próstata feminina já eram conhecidas e descritas há mais de 2000 anos atrás.